Das tuas mãos vi poesia ser pintada, Pai.
E quero ver mais.
O jardim somos todos nós, e a borboleta traz consigo a missão da permanência, da alegria e da união.
Cuida dela, cuidas de nós.
O jardim somos todos nós, e a borboleta traz consigo a missão da permanência, da alegria e da união.
Cuida dela, cuidas de nós."As urnas das eleições europeias de hoje encerraram hoje às 19:00, com as projecções avançadas a essa hora pelas televisões a indicarem uma abstenção estimada entre os 60,7 por cento (SIC) e 65,5 (TVI)." - in Diário Digital do Sapo
Sim, fazendo as contas não votaram 5800.34. Não votaram simplesmente. Não querem saber da política, do país, de nada. Se calhar nem deles próprios. Provavelmente não querem MESMO saber deles próprios.
Mas deixo uma imagem de um boletim de voto para quem não foi votar. Só para ficarem a conhecer... também não ocupa espaço, né? Aqui está!
NOTA: Depois de se recensear, tem de se dirigir a uma sala de voto e, recebido o boletim, só coloca 1 cruz. Uma só. E é no quadrado do partido que deseja, não é fora.
Ou então não coloca nenhuma que também é uma atitude inteligente.
Sem isso este rectângulo, que é Portugal, vai mesmo ficar de fora.
E isso não é só problema seu.





P.S: Nada de fotos dos meus amigos F's porque o cachet era elevado (são d'uma raça!!) Ainda foi discutido mas não deu em nada!...
Espero que tenham tido um excelente feriado!
Porque me fazes bem.
Porque és Bom.
Porque acho este video maravilhoso, dedico-o a ti, que gostas do azul a ser cruzado por bolas amarelas!
:)
Quantas palmas mede a tua alma?
Esticas, contorces, alongas…e ela cresce para além de ti? Até onde a levas?
Sentes como vibra, nesse momento de observação vazio que nos desliga de olhos abertos das imagens deste plano?
A minha parece ser do tamanho da minha idade, ao que lhe desconto anos de esquecimento. (também não te lembras deles, pois não?).
Quando é do tamanho do que sinto, tem muitos anos. É uma imperatriz de meia-idade, que vejo sentada no fundo de um salão régio não datado. No meio do amarelo da sua veste, um sorriso é esboçado. Imperceptível. Incolor.
Às vezes desloca o seu báculo num movimento circular, enchendo a alma ainda mais, insuflando-a com um espectro de sensações abruptas que a racionalidade fica a observar.
No fundo da sala, a racionalidade espreita, curiosa, o momento litúrgico da criação do sentir. A racionalidade é o bobo da corte. Olhar cortante, mãos esguias e corpo cambaleante. Faces rosadas de um alcoolismo poderoso, que aprendeu quando começou a viver segundo as leis da sociedade.
Não entra. Não pode.
Para já…
Quando irrompe, destrói o sentimento. Livre, materno, franco, ingénuo. Intoxica-o com as piadas sarcásticas, que a imperatriz ouve, no meio do amarelo da sua veste, com um sorriso esboçado. Imperceptível. Às vezes magoado.
Quantas polegadas terá a tua consciência? As mesmas que as da tua alma?
Serão 2?
Uma por cada mão com que a tentas agarrar, para compreender, acalmar, não perder.
Ou não sabes, e vais vivendo como se as duas se estendessem cada ano; ou encolhessem, não interessa, o que interessa é o dia seguinte, com a cabeça posta no anterior, que pouco significou.
Ou será do tamanho de um metro de madeira antigo, que desdobras para medir o tecido da realidade e a distância que queres manter todos de ti.
Vá, diz-me que não sei.
As saladas são lixadas, pah, - pensei eu - comam francesinhas, à fartazana, meus meninos, de preferência daquelas bem tonificadas, com botox, aspiradas até ter de se mudar o saco, e bem cobertinhas com a maravilhosa e derretida base, à qual vão ficar "coladões" para o resto da vida!
O café soube bem.



(autor desconhecido)
(hihihhihihihi)